terça-feira, 3 de setembro de 2013

De Angola com amor

Os livros, escritos e por escrever, criam as mais impensáveis pontes. Sem tempo nem distância, a fraternidade do espírito é um vento vivificador que acorda ressonâncias mágicas e recorda-nos quem realmente somos.

Isso, e amar. Mas o amor é tudo isso.

De Angola, chegam-me os primeiros textos. Excelentes. Como poderia ser de outra forma, tratando-se de quem os escreve?
As noites mágicas na Baía de Luanda